Definir o agente
Crie o Agente AI que ficará responsável pelo trabalho autónomo de investigação.
Defina Agentes AI, atribua-lhes uma ou mais categorias de denúncia e deixe-os conduzir autonomamente a investigação. A validação final de toda a informação recolhida continua a ser responsabilidade do gestor da plataforma.
A autonomia é configurada de forma explícita. O gestor escolhe as categorias que ficam sob gestão de cada agente; as restantes continuam no fluxo habitual da equipa.
Crie o Agente AI que ficará responsável pelo trabalho autónomo de investigação.
Associe uma ou mais categorias de denúncia ao agente, de acordo com o modelo da organização.
Quando entra um caso abrangido, o Agente AI conduz e organiza a investigação.
O gestor revê toda a informação recolhida e assume a validação final do processo.
Nenhuma categoria é entregue a um Agente AI por defeito. A organização decide onde utiliza a automatização e mantém a responsabilidade pela validação final.
Os Agentes AI tratam autonomamente as categorias que lhes forem atribuídas. O gestor mantém a supervisão e só valida o resultado depois de analisar a informação reunida.
Investiga e organiza a informação autonomamente.
Revê a informação e assume a validação final.
A conclusão só avança depois da validação humana.
O objetivo é libertar a equipa do trabalho repetitivo sem criar uma “caixa negra”. O âmbito da autonomia é visível e a conclusão continua sujeita a revisão humana.
Distribua categorias por agentes e aumente a capacidade de tratar investigações.
Aplique uma abordagem definida aos casos abrangidos pelas mesmas categorias.
Concentre o tempo humano na análise, nas exceções e na decisão final.
Mantenha o gestor responsável pela validação de toda a informação recolhida.
Peça uma demonstração da nova funcionalidade numa plataforma com utilizadores ilimitados e idiomas ilimitados.